Campanha AACD: Ajudar é bom demais!

Aos meus três leitores (rsrsrs): Esse fim de semana está rolando mais uma campanha monumental de arrecadação para a AACD, uma das instituições reconhecidamente sérias desse país, que faz um trabalho sensacional com os deficientes. Estou postando no meu blog e convoco todos a colaborarem para a permanência dessa obra e a construção de mais uma sede para a AACD! Vamos lá, pessoal! Nós, que tivemos a sorte de nascermos “perfeitos”, temos a obrigação de ajudar! com tão pouco, podemos ajudar muito a quem realmente precisa! segue release que recebi do Planeta Voluntários:

Prezados,
SEMANA SOLIDÁRIA!
Vamos juntos ajudar milhares de crianças, para você que já recebeu o release e postou, agora venho pedir para que mande para um amigo Blogueiro, no twitter, na sua pagina pessoal do Orkut, para sua lista de contatos de e-mails, vamos fazer o Teleton de 2009, o maior Evento de Arrecadação de todos os tempos.
AS CRIANÇAS DA AACD, AGRADECEM.

Selo da campanha pode ser obtido em:
http://www.planetavoluntarios.com.br/nossas-acoes

“Eu me movo” campanha da AACD,Teleton 2009

“Às pessoas portadoras de deficiências, assiste o direito, inerente a todo a qualquer ser humano, de ser respeitado, sejam quais forem seus antecedentes, natureza e severidade de sua deficiência. Elas têm os mesmos direitos que os outros indivíduos da mesma idade, fato que implica desfrutar de vida decente, tão normal quanto possível”.
O Teleton é o principal evento de arrecadação de fundos da AACD. Todos os anos, uma maratona de shows transmitida pela TV divulga o trabalho da entidade e arrecada doações de todo o Brasil.
Um grande número de artistas e apresentadores de várias emissoras se revezam na maratona, que em 2009 será realizada nos dias 23 e 24 de outubro.
Em 2008 o programa arrecadou R$ 18.955.948,00, superando a meta de R$ 18 milhões, graças à contribuição da solidária sociedade brasileira e de um empresariado cada vez mais engajado em cumprir sua missão social.
O primeiro Teleton realizado no Brasil aconteceu no dia 16 de maio de 1998, através de um pedido feito pela apresentadora Hebe Camargo ao dono do SBT, Sílvio Santos, que aceitou exibir a atração. A primeira edição foi um sucesso e contou com a presença de artistas de outras emissoras.
Já na América do Sul, o primeiro Teleton ocorreu no Chile, em 1978. A América Latina criou, com o objetivo de unificar o programa na região, a Organização Internacional dos Teletons, chamada ORITEL. No Brasil, ao longo da programação do Teleton 2009, são exibidos quadros e shows com artistas, casos de reabilitação e o trabalho da AACD.
O Teleton surgiu há 43 anos nos Estados Unidos, graças ao ator Jerry Lewis. Atualmente, ele acontece em mais de 20 países. A meta é ajudar pessoas que não possuem condições de bancar um tratamento digno.

Sobre AACD:
A Associação de Assistência à Criança Deficiente, AACD, mantém um amplo serviço de atendimento médico, pedagógico e social, voltado principalmente às crianças e adolescentes, promovendo a reabilitação e reintegração social dessas pessoas. Hoje, 96% dos pacientes nada pagam por consultas e terapias. Cerca de cinco mil atendimentos por dia são realizados em suas oito unidades: AACD Ibirapuera (SP), AACD Mooca (SP), AACD Osasco (SP), AACD Pernambuco, AACD Minas Gerais, AACD Rio Grande do Sul, AACD Rio de Janeiro, AACD Santa Catarina e São José do Rio Preto (SP).
A AACD precisa de recursos o ano todo para manter os atendimentos que já realiza e para acelerar as filas de espera da instituição, e você pode doar a qualquer momento para o Teleton.

MOVA-SE VOCÊ TAMBÉM. FAÇA SUA DOAÇÃO.
acesse:
http://www.planetavoluntarios.com.br/nossas-acoes
Planeta Voluntários- A maior Rede Social de Voluntários e ONGs do Brasil !!!

Para doar, acesse o site do Teleton.

Conheça melhor a linda obra da AACD.

 
 

Bolsa-família: Contra o preconceito, informação!

Duas matérias didáticas exaltando a relevância do programa Bolsa-família... e ainda tem gente AQUI no Brasil falando mal...

Agência Carta Maior, 17/10/2009

Brasil é apontado como exemplo no combate à fome no mundo

No Dia Mundial da Alimentação, 16 de outubro, a FAO e a Action Aid divulgaram estudos sobre a situação da fome no mundo. As duas organizações destacaram a qualidade das políticas implementadas pelo governo brasileiro no combate à fome e à pobreza. Em 2009, segundo a FAO, mais de 1 bilhão de pessoas vivem em situação de subnutrição. Situação piorou depois da crise econômica mundial. A produção mundial de alimentos deve aumentar em 70% nos próximos 40 anos para suprir a demanda crescente, adverte a FAO.

...

Estadão, 16/10/2009

Expansão do Bolsa-Família elevou PIB em R$ 43,1 bilhões, indica estudo

Economista e aluno do Insper pesquisaram efeitos do projeto na economia dos municípios entre 2004 e 2006

Fernando Dantas, RIO

A expansão do valor total dos benefícios pagos pelo Bolsa-Família entre 2005 e 2006, de R$ 1,8 bilhão, provocou um crescimento adicional do PIB de R$ 43,1 bilhões, e receitas adicionais de impostos de R$ 12,6 bilhões. Esse ganho tributário é 70% maior do que o total de benefícios pagos pelo Bolsa-Família em 2006, que foi de R$ 7,5 bilhões.

Essas estimativas estão num estudo recém concluído dos economistas Naercio Aquino Menezes Filho, coordenador do Centro de Políticas Públicas (CPP) do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper), antigo Ibmec-São Paulo, e de Paulo Henrique Landim Junior, aluno da graduação do Insper.

O objetivo do trabalho era investigar os efeitos do Bolsa-Família - que hoje atinge 12,9 milhões de famílias - na economia dos municípios. Os pesquisadores investigaram 5,5 mil municípios nos anos de 2004, 2005 e 2006. Os dados utilizados foram o PIB, a população e a arrecadação de tributos nos municípios, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE); e os desembolsos do Bolsa-Família, do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

A partir dessa base, Menezes e Landim empregaram métodos estatísticos para calcular o impacto na economia municipal de aumentos dos repasses do programa per capita - os repasses divididos pela população do município (e não pelo número de beneficiários). A conclusão foi de que um aumento de 10% no repasse médio per capita do Bolsa-Família leva a uma ampliação de 0,6% no PIB municipal no ano em que ocorre a expansão e no seguinte.

"O impacto pode parecer pequeno, mas quando analisamos os efeitos levando em conta os números absolutos do PIB, ele é bem grande", diz Menezes.

A magnitude do efeito do Bolsa-Família no PIB ficou a clara quando os pesquisadores fizeram o que chamaram de "análise de custo-benefício", tomando os anos de 2005 e 2006. Entre os dois períodos, os repasses do programa subiram de R$ 5,7 bilhões para R$ 7,5 bilhões, num salto de R$ 1,8 bilhão, ou de 30,34%. O valor médio do repasse em 2006 foi de R$ 61,97 por família, e o porcentual da população beneficiada foi de 36,4%.

Considerando-se a relação de 0,6% a mais de PIB para cada 10% a mais de Bolsa-Família, o aumento de 30,34% em 2006 significa um ganho no conjunto dos municípios - isto é, do País - de 1,82%. Aplicado ao PIB de 2006 de R$ 2,37 trilhões, chega-se ao PIB adicional de R$ 43,1 bilhões. Dessa forma, para cada R$ 0,04 de Bolsa-Família a mais, o ganho de PIB foi de R$ 1.

Menezes fez cálculos adicionais, levando em conta que a distribuição do aumento do Bolsa-Família de 2005 para 2006 não foi homogênea entre todos os municípios brasileiros, e obteve resultados muito parecidos.

Ele diz que aquele efeito explica-se pelo chamado "multiplicador keynesiano", que faz com que um gasto adicional circule pela economia - de quem paga para quem recebe - várias vezes, aumentando a demanda bem mais do que o seu valor inicial.

A análise dos dois economistas permitiu avaliar também o impacto dos aumentos de repasses do Bolsa-Família nos diferentes setores da economia municipal. O maior efeito foi encontrado na indústria - para cada 10% a mais de Bolsa-Família, o PIB industrial aumenta 0,81%. Nos serviços, o impacto foi de 0,19%, enquanto na agricultura não foi registrado efeito significativo.

"É possível que a indústria tenha sido mais afetada por causa do aumento de consumo de energia elétrica, água, esgoto e gás das famílias pobres e extremamente pobres que recebem Bolsa-Família", diz Menezes.

No caso da arrecadação municipal, o estudo indica que um aumento de 10% nos repasses leva a um aumento médio de 1,36%. Levando-se em conta o total de impostos gerados nos municípios em 2006, de R$ 304,7 bilhões, concluiu-se que o aumento de 30,34% do Bolsa-Família provocou uma alta de 4,1% na arrecadação, ou R$ 12,6 bilhões.

NÚMEROS

R$ 7,5 bilhões
foi o total gasto com o Bolsa-Família em 2006

R$ 1,8 bilhão
refere-se à parcela que superou o gasto de 2005

R$ 43 bilhões
foi o PIB gerado pelo gasto adicional com o Bolsa-Família em 2006

R$12,6 bilhões
foi a receita adicional de impostos com o programa em 2006

 
 

A diferença entre os cérebros masculino e feminino

Debaixo de uma boa piada, sábios ensinamentos... Bem humorado

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